A Viajante Agorafóbica – Conheça a artista que fotografou o mundo todo sem sair de casa

Contrariando muitos “críticos” de Facebook, comunidades inteiras e até mesmo fotógrafos de verdade, tá aí um ponto de vista de uma pessoa que, de um ponto de vista de uma empresa, pôde criar vários outros pontos de vista, podendo mudar inclusive o seu ponto de vista.

 

Assista à história da mulher que usou o Google Street View para fotografar o mundo sem sair de casa.

Fonte: Conheça a artista que fotografou o mundo todo sem sair de casa | Google

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Projeto Fotográfico denuncia o desmatamento e a destruição do cerrado entre o Distrito Federal e a Chapada dos Veadeiros

Olha só que projeto maravilhoso da fotógrafa Melissa Maurer!

Não vou nem comentar. Confiram a matéria do site Guia Alto Paraíso e acompanhem o projeto para ver as novidades!

Mas que a gente sente aquele orgulho por ser aqui da terrinha… ahhhh sente né 😀

 

Acompanhe o projeto em: https://www.facebook.com/ocaminhodocerrado

Fonte: Projeto Fotográfico denuncia o desmatamento e a destruição do cerrado entre o Distrito Federal e a Chapada dos Veadeiros | Guia Alto Paraíso

Pessoas Comuns vs Fotógrafos: “Experimento mostra o quão diferente pode ser a mesma locação”.

A matéria:

Recentemente, o usuário do Reddit manyToys enviou algumas fotos mostrando as diferenças entre pessoas comuns e fotógrafos profissionais.

“As fotos mostram que fotógrafos podem fazer um lugar comum parecer mágico com a luz certa, ângulo e só um pouquinho de edição. O que pode parecer uma parede de arbustos com duas árvores próximas para uma pessoa comum, pode parecer uma misteriosa floresta para um fotógrafo. Sim, claro, qualquer foto parece melhor quando editada, mas convenhamos, nem todos tem um “olho artístico”, o qual é muito necessário na fotografia. Não acredita? Dê uma olhada abaixo.”

 

 

Comentário sobre a matéria:

Não se sabe ao certo quem fez as fotos, porém, as ditas “ruins” teriam sido feitas por pessoas comuns, ou seja, poderiam ter sido feitas por fotógrafos também, visto que fotógrafos são pessoas comuns – Nunca vi um fotógrafo voando ou parando bala no peito.

Mas é claro que entendemos a comparação! Só estou afirmando que ele(s) mesmo(s), o(s) fotógrafo(s) da(s) foto(s) poderia(m) ter feito as fotos com seu(s) celular(es).

Então, foto de celular é ruim mesmo? Também não quis dizer isso. Mas veja: Geralmente, celulares possuem lentes muito angulares. Isso dificulta o desfoque e deixa tudo chapado mesmo. Geralmente, também, celulares não são fáceis de se segurar firmemente, o que faz com que as fotos saiam muito tremidas em algumas ocasiões com pouca luz.

 

Tá, então você quer dizer que não há diferença entre “pessoas comuns” e “fotógrafos” na hora de fotografar? Não! Nem de longe eu quero dizer isso. Mas eu tenho que ser crítico em relação ao que vejo por aí e achei essa matéria um tanto quanto preconceituosa e desdenhosa com as ditas “pessoas comuns” ao se referirem a essas fotos mal feitas ou apenas com o intuito de mostrar a locação. Ou seja, é claro que uma “pessoa comum”, com um celular, não conseguirá capturar belíssimas imagens em qualquer situação onde isso seja possível. Já com uma câmera apropriada, com uma lente apropriada e um pouco de conhecimento na fotografia, é óbvio que até uma “pessoa comum” conseguiria melhorar suas fotografias ou até registrar belíssimas imagens.

 

E achei muito interessante o fato de abordarem a questão “O que eu vejo de forma comum” e “O que eu vejo quando quero fotografar”. Sim, você pode fazer proezas em um lugar onde não se imagina possível de se fotografar. Este exercício do olhar é fundamental para a fotografia! E tanto fotógrafos profissionais, como amadores e até mesmo “pessoas comuns” podem treinar ele e melhorar suas fotos. Era apenas esta a correção que eu gostaria de fazer quanto à matéria.

 

Até a próxima!

 

Fonte: Ordinary People VS. Photographers: Experiment Shows How Differently Same Location Looks | Bored Panda

Fotógrafo de Natureza arrisca sua própria segurança para salvar uma jovem águia

Posso estar errado mas uma das coisas que venho percebendo ao estudar sobre a fotografia e os fotógrafos de antigamente e da atualidade é o fato de estarmos perdendo (em quantidade percentual) a humanidade na fotografia.

Estes dados são empíricos? Não. Li algo a respeito disso? Não. É puro achismo meu mesmo. Mesmo procurando ler sobre tudo eu posso ter selecionado leituras as quais me fizessem perceber isso erroneamente, mas acredito que há um pouco de verdade neste pensamento meu.

Então quer dizer que os fotógrafos deveriam ser mais humanitários? Não. Não disse isso. Disse que não tenho percebido “humanidade” nos fotógrafos atuais em termos percentuais. Exemplifico meu pensamento:

  • se antigamente um fotógrafo era obrigado a ter um vasto conhecimento e prática na fotografia pra conseguir produzir belas imagens, hoje em dia quando se compra a câmera praticamente já vem um certificado dentro da caixa atestando que você é um “fotógrafo” (e de certa forma é, mas não como estou colocando aqui)
  • se antigamente um fotógrafo era obrigado a ter um excelente relacionamento interpessoal para conseguir seus clientes, saber falar, dialogar, conversar e viver a experiência de se aproximar das pessoas, hoje com uma conta no Facebook e uma disciplina de sair adicionando todo mundo que o site sugere como sendo um possível conhecido seu e a adesão a uma lista de uns 300 grupos você acredita que tem o mundo em suas mãos.
  • se antigamente um fotógrafo entendia que tudo era aprendizado e qualquer tipo de arte ou informação que tinha o privilégio de ter contato era de uma importância tal que ele deveria fazer algo a respeito, como estudar, ler, apreciar e adquirir esse tipo de material, hoje a primeira coisa que a pessoa faz é mudar o nome do perfil dela pra “Fulano de tal Photographer, ou Photography”, mesmo morando no Brasil e nunca tendo pisado fora daqui.

Um velho e conhecido fotógrafo já dizia (e não vou colocar o nome dele só pra você que está lendo entender do que eu estou falando, quando tentar lembrar o nome dele e não souber): “Quando você fotografa, fotografa com toda sua cultura”. Ou seja, com todos os livros que leu, todos os filmes que assistiu, todos os amores que viveu, todos os lugares que visitou, todas as pessoas que conheceu.

E daí eu me pergunto: Com esse tanto de “fotógrafos” onde estão as belas fotografias? E me lembro dessa frase. E logo penso novamente: Bom, devem estar assistindo As Brasileirinhas, Cinquenta Tons de Cinza, vídeos de gatinhos no Facebook e pseudo celebridades do YouTube. Devem estar lendo apenas posts sobre a Dilma, o boom do feminismo, receitas culinárias e algum livro de algumas dessas pseudo celebridades do YouTube. Fotos de viagens no Facebook tem aos quilos, o que me leva a questionar se a pessoa realmente “conheceu” o lugar e as pessoas daquele lugar o qual visitou. Se aprendeu algo sobre a história e a cultura daquela região. E o Tinder só veio pra piorar tudo pra essas pessoas.

Estou querendo dizer, então, que um fotógrafo deve perder algumas fotos em nome de algo mais importante em algum momento? Sim, estou. Então estou julgando um fotógrafo que está fotografando mas não está ali, naquele momento, enquanto pessoa? Não, não estou julgando, mas constatando que “ele”, o ente, a alma, o ser humano não está ali. Apenas um tipo de zumbi, de robô, de marionete da vida. Incapaz de julgar uma situação ou de saber o que fazer em determinada situação, pois não vive plenamente. Apenas cumpre ordens, objetivos, deveres.

As melhores fotografias que já vi possuem histórias fantásticas, cheias de detalhes por trás daquela foto. Possuem várias perdas, vários “se eu tivesse”, mas em compensação possuem alma e sentimento nas imagens que foram possíveis de serem registradas.

Aprender a fotografar não quer dizer absolutamente nada. Você pode saber fotografar muito bem mas se não viver a fotografia com todo seu ser não produzirá nada de valoroso. É como saber ler e escrever. A maioria sabe, mas não lê nada que presta e muito menos escreve. E só precisa de um lápis.

Se você deseja ser um fotógrafo melhor, quando for tomar um sorvete, aprecie o sabor, a textura, a temperatura e descubra o sorvete que realmente você mais gosta e como gosta. Quando for conhecer alguém, deixe seu ego, seu “EU” de lado, só um pouquinho e tente realmente absorver o que a outra pessoa lhe oferece sobre ela, desde os trejeitos, as expressões faciais, o volume e a velocidade da fala, o gesticular das mãos, etc. Quando for assistir algo na TV, um filme, não o faça com seu celular em mãos. Preste toda a atenção que puder no que estiver fazendo.

Não estou dizendo que é necessário que faça isso pra ser um excelente fotógrafo técnico. Isso é necessário para se tornar mais humano! Você pode até não fazer nada disso e ganhar um bom dinheiro trabalhando com fotografia, mas nunca vai saber do que se trata a alma de um verdadeiro registro, pois sua alma ficará em casa quando sair pra trabalhar.

Infelizmente são dois caminhos diferentes e há a necessidade de se fazer uma escolha. No mundo que estamos, com a pressão comercial que existe, poucos se arriscarão a se aventurar verdadeiramente pela fotografia. Só que a vida segue e provavelmente se você não pensa assim, deve estar arrependido agora de ter lido isso tudo. Mas guarde isso… guarde… um dia, quem sabe, isso possa fazer alguma diferença na sua vida e, por consequência, na sua fotografia.

 

Até a próxima! 😀

 

Matéria original:

Fonte: Video: Nature Photographer Risks His Own Safety to Save a Young Eagle

Miss Bumbum Inglaterra tem câncer e posa careca e sensual para campanha de conscientização | Estilo

Mesmo sem precisar raspar os cabelos, a modelo fez questão de cortá-los para incentivar outras mulheres a serem vaidosas e se acharem bonitas.

Fonte: Miss Bumbum Inglaterra tem câncer e posa careca e sensual para campanha de conscientização | Estilo

LensCulture Exposure Awards 2015

Veja a lista dos 31 ganhadores e finalistas do LensCulture Exposure Award deste ano – um delicioso e inspirador mix de fotografias mostrando o melhor da fotografia contemporânea!

Comentário do blog:

É algo maravilhoso de se ver!

Fotografias produzidas das mais variadas formas, por vários fotógrafos, de várias culturas, na atualidade. Um concurso o qual realizou, sem sombra de dúvidas, uma análise muito consistente e justa de todos que participaram, pois ao olhar para essas fotos não resta dúvida de que estão carregadas de emoção, de sentido, de subjetividade, de cultura, de sonhos, projeções, idéias, protestos e alma… cheias de VIDA!!!

Não foi um concurso baseado apenas na beleza estética das fotografias, e nem vou dizer que se preocuparam pouco também não, mas ao meu ver cada foto teve sua beleza estética na medida certa, até o ponto de não atrapalhar o principal, a fotografia. Talvez por isso houve tanto conteúdo, tanto sentido assim em cada uma delas… porque isso é FOTOGRAFIA!!!

Fotógrafos e fotógrafas de várias partes do mundo expressando por seus registros um pouco deles mesmos, misturados com um pouco do que eles viam e viviam na contemporaneidade que nos cerca.

Resta apenas fazer minhas orações diárias pedindo que o máximo de pessoas daqui do nosso Brasil possam se inspirar nessas pessoas aí e trazerem de volta a essência que observo distante a cada foto de casamento e de recém nascido que vejo.

Quem sabe serão aqueles que amam a fotografia… os AMAdores… porque os “profissionais” estão se pouco se lixando, desde que vendam seus cursinhos de fotografia online que só te ensinam a mexer nos equipamentos e fazer midia e arrebanhem suas ovelhas para os mega eventos (chamo de auê) os quais você entra mudo e sai calado FOTOGRAFICAMENTE FALANDO.

Tragamos de volta a fotografia, pela fotografia, para a fotografia!

Fonte: LensCulture Exposure Awards 2015

Fotógrafa de moda ensaia supermodelos como se fossem carros!

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E se uma palavra mágica transformasse alguns dos modelos de carros mais famosos do mundo em verdadeiras mulheres modelos? Como elas seriam? Foi isso que a fotógrafa Viktorija Pashuta decidiu explorar com seu último projeto de retratos, intitulado “E se carros fossem supermodelos?”

Ela selecionou 12 top supermodelos e deu a elas visuais que refletiam carros que iam desde o Kia Optima ao Rolls Royce Phantom.

“Em nosso mundo materializado – as pessoas são muito apegadas a determinados objetos que imaginar eles como seres humanos não é tão difícil,” diz Pashuta à BASIC Magazine, a que primeiro publicou esta série. “A parte mais interessante foi combinar elementos da moda com itens de carros. […] A parte mais difícil neste tipo de ensaio é a preparação.”

Pashuta e seu time gastaram dias trabalhando nos detalhes de cada retrato, com o objetivo de capturar a “alma” de cada veículo em como as modelos são retratadas.

A fotógrafa já havia criado projetos os quais imaginou redes sociais como homens e navegadores de internet como mulheres (clique no nome dos projetos para ir ao ensaio publicado)

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Comentário de Fotograficamente Falando por Reges Pineze:

Quando vi os projetos da fotógrafa Viktorija Pashuta sobre as redes sociais e os navegadores eu fiquei admirado com tamanha coerência e criatividade na representatividade fotográfica humana de ícones já consagrados na internet. Ícones com personalidades fortes os quais devem ter dado um trabalho considerável para que estes projetos fossem realizados com tamanha similaridade.

Mas como os ícones de internet tem como objetivo facilitar a assimilação dos mesmos por parte do público que os vêem, mesmo com tanto design envolvido em suas criações e modificações, eles eram muito óbvios, muito difundidos e de, relativamente, fácil acesso visual e interpretativo. De forma alguma estou desmerecendo tais trabalhos!

Mas isso é o que acontece quando se produz e evolui a cada trabalho. De repente eu vejo na minha frente seu novo trabalho, que consiste em retratar mulheres, top models, como sendo modelos de carros… e foi o suficiente para que eu passasse horas na frente do computador… somente observando, comparando, lendo os detalhes, reparando nas paletas de cores utilizadas, visitando os sites dos referidos carros, lendo sobre suas histórias e propagandas já produzidas na mídia… e quanto mais eu lia, aprendia e me inteirava deles, mais eu me espantava com o trabalho de Pashuta.

Agora o nível subiu! Os carros também são marcantes e icônicos, porém, a sutileza nos detalhes, nas bordas, nas curvas de suas linhas é algo bem mais complexo de se entender. Geralmente você reconhece uma marca de carro só de olhar pra qualquer um de seus modelos. Isso se chama identidade. Não se trata somente do símbolo que vem na frente do seu carro, mas cada vinco, cada borda, cada detalhe desde os faróis ao acabamento interno refletem a personalidade daquele modelo, o qual deve estar inserido numa personalidade maior que é a marca. É a diferença, a personalização, dentro de algo maior que é igual, consistente… é a personalização da personalidade!

Como se já não bastasse o design de um carro ser muito mais complexo de ser lido e entendido, bem como absorvido pelos seus consumidores (você “escolhe” aquilo que foi projetado justamente para ser escolhido por você, inconscientemente), agora vejo na minha frente um trabalho magnífico o qual retrata mulheres, seres humanos, repletas de acessórios personalizados que compõem em cada detalhe a personalidade destes carros, harmonizando a personalidade das modelos (o personalizável) ao mesmo tempo em que retrata também a personalidade destes carros (o consistente) de uma forma muito, mas muito coerente (ao meu ver).

Os detalhes empregados em cada peça de roupa, em cada acessório, em cada adorno, acende a memória e traz à vida a personalidade de cada carro. A referência é tamanha que após visualizar essas fotos apenas uma vez você pode fazer um teste para testar sua memória em relação aos carros e às fotos. Não leia o nome dos carros nas fotos… concentre-se apenas na fotografia em si de cada modelo e certamente se lembrará da maior parte dos carros envolvidos em cada produção.

Na minha humilde opinião, como fotógrafo, apaixonado (não somente, mas também) pelas curvas femininas e por carros, achei este trabalho de uma “harmonia inquietante!”. Se ela quis capturar a alma dos carros e retratá-las nas modelos… bom… pra mim ela conseguiu perfeitamente!

 

Fonte: Fashion Photographer Imagines Cars as Supermodels

Página: Viktorija Pashuta

Facebook: www.facebook.com/viktorija.pashuta

Pinterest: https://pinterest.com/pashuta/

Resumão! História da Fotografia em 5 minutos :D

Bom, infelizmente não tem legenda em Português, porém, é de fácil entendimento, com muitas figuras e animações nomeadas e datadas que acabam se tornando quase que intuitivas.

De qualquer forma é um resumo muito bom, porém bem simplificado e sem muitos detalhes, da história da fotografia desde o início até os dias de hoje.

OBS! Tem um pouquinho de nudez, mas como forma de documentação histórica do que estava sendo realizado na época 😉

Vale a pena… confere aí e comente se tiver alguma dúvida 😀

 

Fonte: The History of Photography in Just 5 Minutes

Vídeo feito pela  COOPH: Cooperativa de Fotografia

Fotógrafo leva drone para dentro de um dos maiores rios de caverna do mundo

Confira o vídeo e tire suas próprias conclusões quanto à beleza e exuberância do local, bem como a beleza deste projeto que ficou simplesmente maravilhoso!
Tem algo a dizer? Deixe aí nos comentários! 😀
Até a próxima!

Fonte: Photographer Brings Drone Into One of the World’s Largest River Caves

Esta foto da nevasca de Nova York parece uma pintura

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Assim que uma nevasca atingiu a cidade de Nova York, a fotógrafa de rua Michele Palazzo saiu para ver se conseguia observar alguém nas calçadas. As ruas estavam vazias de pessoas e interditadas pela neve, mas Palazzo fez esta linda foto do Edifício Flatiron no sábado de manhã, utilizando sua pequena e confiável Ricoh GR.

“Eu fiquei impressionada com o vento e a neve engolindo meu prédio favorito da cidade, então eu fiz alguns clicks,” disse Palazzo ao PetaPixel. “Esta foto foi perfeita.” A imagem, que foi levemente editada no VSCO Cam, está agora ganhando atenção na internet por quão parecida sua foto ficou como uma pintura do século XIX.

Tradução livre: Reges Pineze (link da matéria original no final deste post)

Algumas coisas que achei relevantes nesta matéria para comentar:

1 – A nevasca chega, cobre tudo, espanta todos das ruas… e o que a fotógrafa Michele Palazzo faz? Sai para “tentar” fotografar. Note: Ela não saiu para fotografar, mas para “tentar” encontrar o que ela queria fotografar, sem certeza alguma. Mas certamente ele sabe que só encontraria o que queria se estivesse lá, então ela foi.

2 – Seus planos foram frustrados e não encontrou ninguém nas ruas, porém, sua mente estava aberta às possibilidades. Foi quando ela enxergou a cena de seu prédio favorito da cidade (experiência de vida) cercado por neve e ventos fortes. Então ela clica a cena, mesmo em uma das piores condições possíveis para se fotografar Nova York.

3 – Ela usava uma câmera compacta, considerada simples por nós fotógrafos, uma Ricoh GR, a qual possui uma lente fixa equivalente a uma 35mm com f2.8, com ISO máximo em 25.600. Não tinha zoom, não tinha 12 frames por segundo, não tinha grip, não tinha flash speedlite, não tinha nem um tripé nessa hora. Bom, foi lá e fez né… e o que era pra ser uma simples foto virou um tapa na cara depois que a foto ganhou tal repercussão. Mas não foi sorte não! Quem puder visite o Instagram dela pra conferir as outras fotos dela… mas compra uma barra de chocolates e aluga um filme de comédia, porque a depressão vai chegar quando você ver as fotos dela e lembrar das suas com a câmera TOP (só se a carapuça servir rsrsrsrsrs)

4 – De repente a foto dela ganha notoriedade na internet por ter ficado muito parecida com uma pintura do séc XIX… e o resto é história.

E qual a moral dessa história?

Deixe sua opinião nos comentários abaixo sobre esta história. Um abraço e até a próxima! 😀

Michele Palazzo (Instagram, Facebook). Sua câmera (Ricoh GR)

Fonte: This Photo of the NYC Blizzard Looks Like a Painting