Life: Um filme sobre o fotógrafo Dennis Stock e o ator James Dean

Mais um filme sobre fotografia pra gente curtir!!! 😀

Life é um filme sobre a amizade entre o fotógrafo Dennis Stock, da Magnum e Life Magazine e o ator James Dean. A história segue Stock, que recebe uma solicitação para fotografar uma estrela que surgia antes do lançamento de East of Eden (primeiro filme para cinema de James Dean). Enquanto a dupla atravessa os Estados Unidos, uma amizade se desenvolve. Stock faz alguns dos mais conhecidos retratos de Dean, incluindo este icônico na Cidade de Nova York em 1955

James Dean, New York City, 1955.

James Dean, New York City, 1955.

Parece mesmo que a vampiragem acabou pra Robert Pattinson, o qual representa Stock no filme. Agora é esperar o lançamento e se deliciar na frente da telona, ou da telinha mais pra frente um pouco né!

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Link original: http://petapixel.com/2015/08/13/life-a-movie-about-photographer-dennis-stock-and-actor-james-dean/

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O antes e depois de ex-modelos da Playboy

1035_coelhinhasplayboyzupi11Clique na foto para ver o artigo

 

É gente… o tempo passa… a pele enruga, os ossos enfraquecem, os cabelos caem ou se embranquecem, enfim… o tempo passa. E nada melhor para percebermos isso do que vermos este antes e depois de garotas que já foram modelos da Playboy.

 

Fica a mensagem: Se você se acha feio hoje, relaxa… um dia estaremos todos acabados mesmo, mas a beleza que importa é a que fica dentro, pois esta não envelhece e fica cada vez mais linda com o passar do tempo. 😀

 

Até mais!

Fotograficamente Falando sobre o relacionamento entre o Fotógrafo e o Alce

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E ai? Até onde você está disposto a ir por uma fotografia? O que está disposto a enfrentar para conseguir uma imagem?

Poucos são os que reclamam de não conseguirem obter os resultados desejados, e digo poucos porque geralmente os que não conseguem o que desejam não conseguem sequer assumir suas falhas, os fracassos, os erros. A grande maioria dos que não conseguem suas tão desejadas imagens se escondem atras de justificativas, algumas vezes até baseadas em alguma boa informação mas que certamente está sendo usada da maneira errada para amenizar a dor do fracasso, mas na grande maioria das vezes são justificativas medíocres, sem coerência alguma, totalmente subjetivas e pré-formatadas.

Os que reclamam que não conseguiram “a imagem” são os que sabem que tentaram e falharam. Provavelmente já sabem onde erraram e certamente possuem grandes chances de consertar o erro da próxima vez. Estes e os que conseguiram são os que fazem a diferença.

O problema não é nem aceitar ou não as críticas que vem de fora. O problema é: “Você aceita ou dialoga com as críticas que vem de dentro? Você mesmo, verdadeiramente, critica a sua própria criação?”

Começar a andar é a essência. Saber aonde queremos ir é o básico para começar a tomar decisões mais diretivas. Saber até onde podemos chegar é um ótimo começo para aprendermos mais sobre nossos limites. Ultrapassar os limites de onde achávamos que poderíamos chegar é algo maravilhoso. Mas lidar com situações novas onde nem nós mesmos imaginávamos que poderíamos enfrentar, situações onde perdemos totalmente o controle e por algum tipo de acaso ou força maior, algum tipo de espontaneidade pura que nos guia e acaba nos trazendo de volta ao campo do controle, isso é algo quase inexplicável, imensurável, algo único.

Não digo para sair por ai fazendo besteira e enfiando o carro na frente dos bois não, muito pelo contrário! Mas se preparar para seguir alguma estrada que te leve à realização. É à medida em que nos propomos a enfrentar os desafios, que expurgamos a preguiça do nosso corpo e colocamos a mão na massa que as coisas começam a acontecer. Coisas diferentes, situações novas, tudo surgirá bem na sua frente e como você vai lidar com isso revelará quem você é naquele momento e quem você poderá se tornar se seguir em frente.

Um alce como este surge praticamente todos os dias em nossas vidas. Geralmente nós estamos longe, ou dentro dos carros. Pouquíssimos estão do lado de fora tentando obter uma imagem melhor. Por isso pouquíssimos conseguem aquilo que não conseguimos frequentemente. E muitos desses enfrentamentos nem oferecem tanto risco quanto este alce de verdade, e mesmo assim nos escondemos. Porque? Medo de fracassar ou de conseguir?

Pensem nisso. Só pensem…