Resumão! História da Fotografia em 5 minutos :D

Bom, infelizmente não tem legenda em Português, porém, é de fácil entendimento, com muitas figuras e animações nomeadas e datadas que acabam se tornando quase que intuitivas.

De qualquer forma é um resumo muito bom, porém bem simplificado e sem muitos detalhes, da história da fotografia desde o início até os dias de hoje.

OBS! Tem um pouquinho de nudez, mas como forma de documentação histórica do que estava sendo realizado na época 😉

Vale a pena… confere aí e comente se tiver alguma dúvida 😀

 

Fonte: The History of Photography in Just 5 Minutes

Vídeo feito pela  COOPH: Cooperativa de Fotografia

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Bending the Light (em breve!!!)

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E aí vem um documentário que promete fortes emoções aos profissionais da fotografia, cinema e qualquer outra profissão que utilize aqueles objetos translúcidos capazes de dobrar e ajustar a luz para que possamos enxergar o mundo de forma diferente… as lentes!

Quem não gosta de saber mais, de conhecer sobre como são feitas, o cuidado, o carinho e a perfeição na sua construção? Pois bem, em breve este documentário vai dar esse gostinho pra gente.

 

Bending the Light – De Michael Apted (tradução: dobrando a luz).

Confira o Trailer! Curta e compartilhe! 😀

Brasileiro recebe título internacional de embaixador por astrofotografia

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Mais um orgulho para o Brasil em relação à fotografia!

 

O brasileiro Adhemar Duro recebeu o título de Embaixador Fotográfico por uma instituição internacional. Foi o único brasileiro, entre 19 fotógrafos, a receber o título pelo European Southern Observatory (ESO).

Pra quem quiser conhecer mais o trabalho e a pessoa de Adhemar Duro, visite os links abaixo!

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Ahhh!!! E não se esqueça de curtir e compartilhar com seus amigos nas redes sociais! 🙂

Revelando as 7 Principais Importâncias da Fotografia

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Revelando as 7 principais importâncias da fotografia

 

Muito se discute sobre ser ou não ser um profissional na fotografia, sobre valores de produtos e serviços, sobre os melhores equipamentos e sobre uma infinidade de picuinhas que, no fundo, não fazem o menor sentido se discutidas isoladamente como vejo acontecer.

Ao mesmo passo em que se permite aos novatos cobrarem o que quiserem por uma foto, estes mesmos permitem aos já estabelecidos fotógrafos fechar o cerco e dificultar sua entrada no mercado da fotografia. Tudo isso pela falta de informação e respeito pela profissão e pelos profissionais. É uma reação óbvia e já esperada de um mercado que possui o medo como seu principal combustível. Sim, muitos profissionais já estabelecidos tem receio da concorrência. O brasileiro, de forma geral, tem medo da concorrência. Talvez por conhecerem a desleal competição do negócio desde muito cedo, quando eram eles que estavam chegando no mercado. Talvez, simplesmente por não estarem preparados para o que se propuseram a fazer. Independente disso, esse tipo de coisa é comum e frequente em várias áreas profissionais e não seria diferente na fotografia.

 

Como mudar isso?

Estudando, se atualizando, investindo, se preparando para o mercado, fazendo bons contatos, mantendo uma relação de amizade e companheirismo até com os concorrentes, estimulando os colegas, desafiando seus medos, pedindo ajuda, parando de permitir que seu EGO domine seu bom senso e sendo autocrítico com sua própria fotografia, sendo sensato e tendo, acima de tudo, uma postura mais honesta em relação à fotografia.

Uma das principais queixas que tenho percebido em “profissionais” (de todos os tipos) é que o negócio está cada vez mais difícil e que os clientes não dão mais importância à fotografia quanto antigamente, que se seduzem facilmente por um preço mais baixo. De certa forma, concordo com isso sim, afinal, havendo a possibilidade de fazer registros que antigamente não eram possíveis ou viáveis de serem feitos por qualquer um é natural que haja uma diminuição da procura por determinados serviços ou profissionais. Porém, há muito caminho nessa estrada para dizer que é somente isso o motivo.

Pensando a respeito, fui além. Organizei meu pensamento e coloquei-o no papel. Discuti com algumas pessoas a cerca da importância da fotografia e sempre fazendo os mesmos questionamentos:

Qual a importância da fotografia na sua vida?

Qual a importância da fotografia na vida dos seus clientes?

Qual a importância da fotografia para a existência humana?

O que me preocupou foram as respostas. Quase sempre, silenciosas, vazias, acompanhadas de sons indefinidos, gagueira ou alguma brincadeira que fizesse a situação de resposta desaparecer. Conclusão: Nem os fotógrafos, hoje em dia, sabem ou direcionam seu trabalho pautado nas importâncias que a fotografia tem. Ai sim podemos prever, claramente, que tudo só vai piorar se continuar assim.

Quer saber se algo é realmente importante na sua vida? Exclua isso da sua vida e veja se você consegue sobreviver sem ele. Esta é a importância das coisas na nossa vida e é claro que a fotografia não está nas primeiras colocações. Eu viveria tranquilo sem fotografia. Não quero desmerecer a fotografia, de maneira alguma, mas tê-la em seu devido lugar é justo! É claro que a fotografia tem sua importância sim, mas não adianta dizer que ela é a coisa mais importante em um casamento, por exemplo, porque não é! O padre, pastor ou juiz é mais importante. A religião e a lei, portanto, mais importantes. Que por consequência, as testemunhas, também mais importantes. Os noivos, ora, sem eles nada daquilo existiria. São os mais importantes… e por ai vai. E a fotografia está lá… no seu devido lugar. Tentar empurrar uma ideia de que ela está acima de coisas que não está é, no mínimo, insensato.

A fotografia tem várias importâncias e vamos vê-las agora.

Importância histórica – o registro

A fotografia é mais um dos vários métodos de registro de informações. Há a pintura, a escrita, as artes plásticas, os vídeos ou cinema e a fala. Através de todos esses métodos é possível que se registre informações para serem passadas de geração a geração. O fato de podermos transmitir informações aos nossos filhos, netos e gerações futuras, de deixarmos algo para a história posterior é que faz a importância do registro. As primeiras fotografias, fotografias das guerras, escravos, estilo de vida de muito tempo atrás, são importantíssimas para a compreensão de como tem sido nossa evolução.

Importância genealógica – a herança

Ter uma prova de que se esteve com alguém ou um grupo é algo muito importante para o ser humano. Os grupos familiares reunidos em frente a uma câmera, os grupos de trabalho, o casal apaixonado passeando por seus lugares prediletos. Os netos, os filhos, os pais, os avós e a confirmação de que aquele membro realmente pertenceu àquele grupo. Isso nos trás um sentimento de pertencer verdadeiramente àquela história em particular, naquele dado momento e lugar. Esse entendimento de quem conheceu quem, através de quem e com quem é algo muito importante para sabermos mais sobre nossa dinâmica e a das pessoas próximas a nós.

Importância cognitiva – a memória

O mudo é feito de memória. Eu vivo dizendo isso. A memória é tudo no meu ponto de vista. Sem memória não há interpretação ou sentido em absolutamente nada. Seja a memória física, genética, energética, virtual ou cognitiva, não importa. Tudo só existe por causa da memória. E quando digo tudo, digo tudo mesmo! Mas aprofundar aqui é algo um pouco mais complexo, então, fixemos o pensamento na questão de que a memória do que vivemos, do que sentimos, de quem conhecemos é o que será, na maior parte, responsável por quem seremos no futuro. Portanto, vamos nos lembrar daquilo que é bom e da melhor forma possível. Isto se tornará importantíssimo na formação do “quem sou eu” no futuro.

Importância psicológica – o estímulo

Para nos lembrarmos de algo ou alguém é necessário que sejamos estimulados. Geralmente conseguimos esse estímulo por vontade própria mesmo, desejando lembrar e lembrando, simples assim, pois tudo que vivemos, tudo que conhecemos no passado, está guardado na nossa cachola e só não nos lembramos de tudo por falta de estímulo, porque está lá… está sim! Guardado em algum lugar. Seja bom ou ruim, está lá. Basta termos um estímulo para nos lembrar. A fotografia é um ótimo estímulo visual para nos recordarmos de pessoas, lugares, situações, etc. Com ela vem o cheiro, o tato e toda a sorte de memórias sinestésicas possíveis. Além disso os estímulos proporcionados pelas imagens servem ao mercado de forma extraordinária, estimulando-nos a escolher, decidir, sentir, comprar, investir, vender, comer, amar, etc. Se há um lugar na fotografia onde esses estímulos se fazem presentes a todo momento é na fotografia publicitária.

Importância sentimental – a emoção

Como já foi dito, ao se ter acesso às memórias passadas e/ou detalhes de memórias recentes, nossa memória sinestésica entra em ação e podemos até reproduzir a situação em nossa mente, sentindo o cheiro do local, da pessoa, lembrando do toque do vento na pele, dos olhares que se encontraram e isso tudo nos faz sentir emoções (salvo algumas pessoas que tem problemas e não sentem emoções com essas coisas… rsrsrsrs). Estas emoções podem ser responsáveis por momentos depressivos sim, porém, podem ser responsáveis também por aquela força extra que conseguimos não sabemos de onde para superar obstáculos e seguir em frente, melhores e mais fortes.

Importância criativa – a expressão

Ser, apenas, não é suficiente. Você tem que ser para os outros. Sozinho não há sentido em ser muita coisa, mas quando temos quem reconheça quem somos, ai sim muita coisa faz sentido em nossas vidas. Para sermos é preciso nos expressarmos e quanto melhor nos expressarmos, melhor seremos interpretados, o que pode ser bom ou ruim dependendo da forma de expressão. Independente disso, quando nos expressamos temos algo mágico que é o poder de concentrar todo nosso conhecimento e modificá-lo à nossa maneira antes de exteriorizá-lo, sendo assim, seres criativos, que criam coisas diferentes a partir de outras coisas iguais ou diferentes e a matriz disso tudo é quase infinita de possibilidades.

Importância profissional – o negócio

Sendo assim, enquanto fotógrafos, deveríamos conhecer muito bem todas essas importâncias para comercializa-las, pois como profissional desta área acredito que não seja necessária, com tanta importância assim encontrada em uma fotografia, a utilização de métodos desleais de concorrência e utilização; de cursos fajutos que vendem um título magnífico acompanhado de um conteúdo medíocre, pobre ou até enganoso; de um serviço baseado em status ou no nome da pessoa e não na forma ou qualidade do produto em si; de postagens infinitas de fotos estúpidas, mal feitas, com uma marca d’água horrível e desprovidas de zelo, seguidas de justificativas fúteis, egocêntricas e ameaçadoras quando recebem o primeiro comentário de alguém que achou aquilo uma merda; de profissionais que conhecem, que sabem, mas não compartilham, nem mesmo em seus eventos pagos, as informações importantes com aqueles sedentos por conhecimento. Em fim, não precisaríamos de muitas coisas que andam acontecendo no mercado da fotografia.

O fato é que pouca importância se dá quanto às importâncias da fotografia e em meio a um mundo onde um kit de presets ou actions novo é lançado a cada semana, onde um DVD de açúcar refinado é vendido como sendo a cereja do bolo, onde aventureiros adentram ao mundo da fotografia vendendo seus “serviços” sendo que não tem a mínima noção do que é ser um profissional ou trabalhar com fotografia ainda. E adivinha só quem é que sai perdendo no final dessa triste história!?

Espero que com esta reflexão a cerca dessas importâncias que, ao meu ver, são fundamentais para a existência de uma fotografia mais honesta, autêntica e útil para nossa sociedade, possamos desenvolver cada vez mais nossos sentidos e entender, captar e saber utiliza-los para o bem, para algo melhor, para ter um maior comprometimento com a fotografia, maior responsabilidade para com nossos clientes e mais esperança para com o futuro.

Reges Pineze

O Trabalho de Rosie Holtom

A fotógrafa Rosie Holtom produziu uma série de fotos com moradores de rua. Até ai nenhuma grande novidade, pois se há um tipo de situação que os fotógrafos adoram explorar é a dos menos afortunados pra causar aquele drama né. Nada contra, porém, tá ficando chato já essa falta de ousadia e novidade nesse tipo de trabalho. Coisa que a fotógrafa Rosie Holtom conseguiu nessas imagens ao retratar os moradores de rua como modelos fotográficos comuns. Isso mesmo. Moradores de rua!

Todos produzidos e com expressões realmente diferentes do dia a dia que eles vivenciam, aquelas tristes, dolorosas ou famintas expressões. Dessa vez ela caprichou e extraiu desse pessoal sorrisos, olhares e trejeitos de pessoas felizes, divertidas e “normais”. É, eles são pessoas normais sim e acredito eu que é justamente isso que a fotógrafa quis evidenciar.

Abaixo da foto o link para conferir o trabalho da fotógrafa.

1-homeless-by-Rosie-Holtom-600x763Para visitar o Flickr de Rosie Holtom e conferir seu trabalho, clique aqui!

Para curtir e compartilhar não precisa nem ensinar… não é? Então, ajude ai vai! Vamos curtir e compartilhar este trabalho fantástico! Até mais pessoal!

Panning

Panning

Panning é o nome dado a uma técnica fotográfica que tem como base o controle da velocidade ao ponto em que se consiga capturar um objeto em movimento de forma nítida e estática mas que consiga deixar o restante da cena leve ou fortemente riscada pelo movimento causado pela utilização de uma baixa velocidade em relação ao mesmo.

O efeito causado por esta técnica é muito interessante e ressalta o movimento, a ação na imagem. E como toda técnica, que resulta em um bom efeito, um cuidado extra na hora de aplicá-la se faz necessário, pois efeitos e técnicas  intensos tornam a imagem incômoda, ou seja, cuidado para não utilizar demasiadamente em um único evento, álbum ou coleção, pois tornará a visualização do mesmo difícil.

Algumas situações comuns onde se aplica muito esta técnica são as corridas automobilísticas, MotoCross, corridas, ciclismo e/ou qualquer outro esporte que haja movimento relativamente constante do objeto principal. Porque constante? Imaginem uma corrida de skate, onde todos os participantes descerão uma ladeira e para ganhar velocidade adotarão determinada posição sobre o skate e tentarão permanecer o mais estático possível para manter o equilíbrio e fugir das ações de atrito da física. Esta seria uma situação interessante para se aplicar o panning. Já um campeonato de manobras, ainda no skate, já se torna difícil aplicar esta técnica, visto que os participantes não tem o objetivo de ficarem estáticos, mas sim de se movimentarem o tempo todo. O que acontece aqui é que o panning será aplicado e o fundo será riscado sim, mas serão raros os momentos onde o objeto principal, o skatista em questão, ficará nítido, pois por conta da baixa velocidade do obturador e de seu movimento constante em cima do skate provavelmente ele também ficará riscado, não caracterizando uma técnica de panning bem aplicada.

É muito importante se posicionar de forma firme, mas não estática. A utilização de um monopé ao invés de um tripé é o ideal, pois o monopé lhe fornecerá uma determinada consistência durante os disparos e te deixará livre para movimentar sua câmera horizontalmente. Não importa se o panning é feito da esquerda para a direita ou da direita para a esquerda. Este aspecto é de ordem interpretativa e necessita de um objetivo final para determinar de qual lado se torna melhor a visualização.

O panning pode ser feito na vertical também, porém, são mais incomuns estas situações. Talvez um salto em queda livre, ou em uma cachoeira, desde que a movimentação do objeto se dê de forma vertical também a técnica pode ser aplicada, pois a direção da movimentação da câmera segue a movimentação do objeto e isto é o mais importante.

Utilizar o disparo contínuo da câmera é muito interessante, pois geralmente a cena em que se faz o panning é rápida e quanto mais fotos você fizer melhores as chances de conseguir uma que tenha ficado realmente boa. Sim, é difícil conseguir uma foto boa com poucos cliques.

O foco é outro problema. Daí temos duas situações: Foco manual ou contínuo. Se o objeto se posiciona a uma distância igual da câmera durante o trajeto onde será realizado o panning, pode-se utilizar o foco manual, o que melhora suas chances de capturar o momento certo por não ter que esperar a câmera encontrar o foco. Porém, se o objeto se movimenta de forma a reduzir ou aumentar a distância entre ele e a câmera neste mesmo trajeto, é interessante utilizar o foco contínuo, pois ele encontrará o objeto na posição adequada no momento do disparo.

Agora, é pegar a câmera e praticar. Se não tiver um monopé, procure se apoiar em uma parede, árvore ou algo que te dê firmeza no seu posicionamento. Cada objeto terá uma velocidade X e você deve descobrir qual é a melhor velocidade de disparo para cada situação.

Exemplos:

Técnica de panning feita em uma rodovia tendo um carro como objeto principal.

Técnica de panning feita em uma rodovia tendo um carro como objeto principal.

Panning realizado em uma corrida de ciclismo.

Panning realizado em uma corrida de ciclismo.

Até a próxima!

18-35mm F1.8 DC HSM – SIGMA CORPORATION

E agora? Será que vai ficar por isso mesmo? A Sigma resolveu apelar de vez e lançou sua lente 18-35mm f1.8… isso mesmo, f1.8! Até o momento somente a Sigma tem essa abertura numa lente zoom. Será que é boa mesmo e corresponde às expectativas? Vamos começar a procurar por materiais produzidos com ela pra conferir. Enquanto isso, fique babando ai… rsrsrsrsrs.

18-35mm F1.8 DC HSM – SIGMA CORPORATION.